
Há coisas que não lembrariam nem ao diabo o que não quer dizer que não lembre ao governo norte-americano.
Vai daí, por volta da última metade da segunda década do séc. XX, o governo dos EUA, num esforço propagandista digno de todas as referências, contratou a dupla formada por Arthur Mole e John D. Thomas para a criação de uma série de fotografias vivas.
Para estas absolutamente gigantescas criações, Mole e Thomas recorreram a muitos milhares de soldados, reservistas e enfermeiras e com eles formaram e fotografaram muitos dos símbolos representativos de um patriotismo.
Muitos poderão hoje achar despropositado mas que naquele período compreendido entre 1914 e 1918 poderão ter feito toda a diferença na moral das tropas e, acima de tudo, no ânimo e empenho de cada cidadão no chamado esforço de guerra.
Coisas de outros tempos.
Hoje, com meia hora e uns truques razoavelmente simples de Photoshop a coisa ficava pronta com um par de soldados e uma enfermeira (só para dar cor).
















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