June 17, 2009

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file sharing

Confesso que o título do comunicado de imprensa de ontem me deixou desconfiado relativamente ao Opera Unite. Vulgarmente, killer app, software revolucionário ou enormes inovações são rótulos que tendem a preencher o imenso vazio deixado pela criatividade. Neste caso, destruindo qualquer suspense que ainda possa existir por causa do título do post, não. Definitivamente, não!

Depois de há duas semanas o Google Wave ter tomado de assalto largas dezenas de milhares de posts e notícias por esse mundo forma é agora a vez de dar o palco ao Opera Unite, um produto que vem de alguma forma confundir as definições vigentes que separam servidores de clientes. Imagine que o seu computador adopta, para lá do habitual papel de máquina cliente, a capacidade de se comportar como um servidor de ficheiros, sem a necessidade de configurações especiais, carradas de software e grandes dores de cabeça.

É o P2P 2.0 em que cada máquina assume o papel de servidor e tudo o que precisa é de um navegador (Opera) instalado. Desempenhar um papel de servidor é agora tão simples quanto até agora foi navegar na web.

O Opera Unite é disponibilizado como produto de cariz experimental e é inserido numa versão especial da versão 10 do Opera.

Como começar a usar o Opera Unite

  1. Efectue o download em http://labs.opera.com; (Windows, Mac e Linux)
  2. Instale e corra o Opera 10;
  3. Clique no logótipo do Opera Unite situado no canto inferior esquerdo do navegador e efectue o login na sua conta Opera ou crie uma conta durante o processo.
  4. Aceda aos serviços disponibilizados através do painel do Opera Unite e vá configurando cada serviço com a localização das pastas locais e outras definições que lhe vão sendo pedidas;

Para já, estão disponíveis 6 serviços mas outros irão provavelmente ser disponibilizados num futuro muito breve já que este tipo de estruturação é um claríssimo convite à comunidade de developers. Há inclusivamente um bom espaço para a criação de oportunidades comerciais e estou certo que ainda iremos ouvir muito mais acerca dos novos negócios que vão despontar em torno deste conceito, esteja ele nas mãos da Opera ou de qualquer outra companhia.

Discussões igualmente garantidas são aquelas que se localizarão em redor da segurança mas isso é toda uma outra discussão e o tempo será obviamente uma excelente ferramenta de esclarecimento.

Os serviços são então:

  • File Sharing
  • Media Player
  • Photo Sharing
  • WebServer
  • The Lounge
  • Fridge

Pode definir níveis de privilégios de acesso (público, com senha, privado) mas não se esqueça que seja qual for o nível de segurança escolhido há igualmente um nível de segurança associado a qualquer partilha efectuada a partir da sua máquina.

Vá passando pela área de download de serviços do Opera Unite para mais novidades mas para já e para os mais interessados no desenvolvimento de serviços ficam os seguintes links:

Boas partilhas.

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June 17, 2009

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Kidaubis - Ícones exemplares

Acompanho o Guoduan Bu desde algumas das suas primeiras publicações que me lembro serem anteriores ao Jogos Olímpicos de Beijing. Dá pela alcunha de Kidaubis e é um talentoso jovem de 20 anos oriundo das terras das hóstias de camarão.

Sempre admirei o seu trabalho e por isso mesmo gostaria de partilhar alguns dos trabalhos que pode encontrar no seu portfolio e apenas para a categoria de ícones. Para lá disso há muito mais para descobrir.

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kid01

[High Tec] – post de publicação / link para download

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kid02

[Nike AF1] – Parte 1 (download), Parte 2 (download)

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kid03

[Cool Head] – post de publicação / link para download

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kid04

[Weather icons] – post de publicação / link para download

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kid05

[Oriental] – post de publicação / link para download da versão 3.13

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kid06

[Tea] – post de publicação / link para download

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kid11

[I-KID for iPhone] – post de publicação / link para download

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kid12

[The Browser] – post de publicação / link para download

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kid13

[Olympic] – post de publicação / link para download

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kid14

[2009 Christmas icon] – post de publicação / link para download

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June 16, 2009

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Canon EOS 1Ds Mark III

Canon_EOS_1Ds

[Link] [Download]

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Canon EOS 50D

Canon_EOS_50D_Icons_by_photoartiste

[Link] [Download]

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5700 xPress Music

5700_Xpress_Music_by_delta112

[Link] [Download]

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Back in Time

Back_in_Time_Dock_Icons_by_Cyberella74

[Link] [Download]

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Mongol

Mongol_by_R0ssman

[Link] [Download]

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Object icons for iPhone

Object_icons_for_ipone_by_silencemira

[Link] [Download]

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Tarzan

Tarzan_by_mhmoodzaidan

[Link] [Download]

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CoffeBreak

CoffeeBreak_Icon_by_uberdiablo_pixels

[Link] [Download]

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June 16, 2009

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Colecção de Plugins para Photoshop

Ficam abaixo, as referências e respectivos links para alguns dos serviços, sites, artigos e blogues que despertaram interesse durante a semana que passou (8 a 14 de Junho).

Porque o tempo escasseou, porque a vontade de escrever fugiu, porque o assunto se resume em 5 ou 6 palavras ou muito simplesmente porque assim calhou, os 23 links a seguir apresentados são o resultado de uma selecção que tem quase sempre como ponto de partida uma lista com várias centenas de entradas. Algumas resultam em post, outras em histórico, outras, como já perceberam, estão no speedlinking.

1. 25 excelentes aplicações Facebook para designers.

excelentes aplicações Facebook

2. Super Chirps – tweets tão bons que vale a pena pagar por eles. Será que vale?

3. O Twitpocalipse está perto.

4. Alltelleringet – a fantástica foto-manipulação por Erik Johansson.

Alltelleringet

5. The Uniform Project – um vestido por dia durante um ano.

6. ChessTweets – jogue Xadrez no Twitter.

7. 200 padrões para web design.

8. O processo de desenvolvimento de uma ilustração vectorial. Do papel à comercialização.

desenvolvimento de uma ilustração vectorial

9. A grande colecção de plugins para Photoshop.

10. What The Trend? – Descubra o “quê” e o “porquê” dos termos mais populares no Twitter.

11. Crie o seu site de ecommerce com o WordPress em menos de cinco minutos.

12. Living Sasquatch – dê vida ao Sasquatch com uma webcam, uma folha de papel e uma impressora.

Living Sasquatch

13. Nirvana – O software GTD ao bom estilo 2.0.

14. 30 documentos PDF que todos os designers deveriam ler.

15. 15 colecções de freebies para web design.

freebies para web design

16. Recursos de WordPress 2.8 para developers.

17. 150 úteis tutoriais Photoshop para a criação de layouts e templates.

18. Crie um interessante contador Twitter com jQuery.

contador Twitter com jQuery

19. Pequeno guia para a utilização da API do Flickr.

20. Uma dúzia de aplicações gratuitas para monitorizar o uptime do seu site.

20. Toggltime tracking que funciona.

Toggl

21. 42 ferramentas de Social Media Marketing.

22. O guia definitivo de optimização da sua instalação da versão 2.8 do WordPress.

23. Fuze Meeting – software gratuito de online meeting e web conferencing.

Fuze Meeting

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Boa-semana.

Tem um ou mais links que gostaria de ver no 2.0 Webmania? Envie-os através do nosso formulário de contacto.
Enviou um ou mais links mas nenhum foi publicado? Uma das seguintes razões são a causa de tal omissão: a) não vimos o seu email no meio de tanto spam; b) ainda não foi publicado mas um dia vai ser; c) o link não era assim tão bom como poderá pensar.

June 9, 2009

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Invoic€xpress - A entrevista

A RUPEAL, através do Rui Alves, concedeu-me a oportunidade de lhes fazer algumas perguntas acerca do passado, do projecto e do futuro da empresa e do Invoic€xpress.

Ficam agora abaixo as perguntas & respostas:

P. De onde surge a RUPEAL, i.e., quando no princípio de 2007 formalizar a vossa existência como empresa o que procuravam? SaaS desde o primeiro dia ou os planos eram outros?

R. A RUPEAL surge de uma vontade de fazer negócio de forma diferente. Após estar no mercado tempo suficiente, apercebi-me que havia espaço para imprimir uma atitude diferente. Essa atitude passava pela relação com clientes, colaboradores e fornecedores. Hoje acredito que foi uma aposta ganha.

O SaaS estava planeado desde o 1o dia mas arrancou mais tarde. Uma vez que somos 100% financiados por capitais próprios, foi preciso atingir a estabilidade financeira necessária para poder reunir uma equipa dedicada à investigação e desenvolvimento.

P. Dos 21 elementos que figuram no “plantel actual” quantos estão desde o primeiro dia?

R. Somos 22 actualmente e desde o primeiro dia está o fundador :) . Os primeiros a serem recrutados foram o Marco Pincho, Bruno Coelho e Bruno Martins respectivamente. Temos vindo a crescer sustentavelmente, por áreas e assim iremos continuar! A equipa do Invoic€xpress é composta por quatro elementos sendo eles o Alexandre Carvalho, Bruno Coelho, José Branco e a Leihla Pinho.

P. Depois de 2003 não foi muito comum ver nascer empresas da área das TI que agregassem tanta gente. Qual é o plano e qual é o segredo? É também um sinal da diferença na vossa abordagem?

R. Costumo dizer que “Sorte” é aquilo que os outros percepcionam quando a Preparação se encontra com a Oportunidade. Dito isto, o segredo foi uma preparação invisível que ocorreu ao longo dos anos. Foi colocar no papel o que se queria e esperar pelas oportunidades. Tudo o resto fluiu e flui.

P. O modelo SaaS é, na vossa avaliação, o futuro do software em termos globais?

R. Não acredito que o SaaS venha a substituir os modelos existentes de software. Existe espaço para ambos os modelos. Creio sim, que o SaaS será determinante para as PME que não têm como fazer grandes investimentos iniciais mas pretendem manter-se competitivas no mercado.

A RUPEAL procura diferenciar-se pela sua atitude e este é um dos principais factores para o nosso crescimento. O plano passa por continuar a prestar serviços de qualidade nas áreas de consultoria e outsourcing ao mesmo tempo que desenvolvemos produtos no modelo SaaS que respondam aos problemas dos seus utilizadores de forma simples e eficaz.

Sendo uma empresa de TI, não temos um único servidor “in-house” pois usamos praticamente tudo sobre o modelo SaaS, desde o sistema de CRM ao sistema de facturação que naturalmente é o Invoic€xpress!

P. O que é a grande concorrência do SaaS? As soluções tradicionais? O open-source? a mentalidade e a confortável forma de estar?

R. A grande concorrência do SaaS será sem dúvida a mentalidade. Grande parte das empresas ainda não se aperceberam que correm mais riscos em manter uma infraestrutura dentro de casa do que em delegar isso a especialistas.

Ainda existe o estigma de não ter os dados perto de si, mas esquecem-se que o risco de um sistema falhar “in-house” é bastante superior do que a de uma infraestrutura desenhada para este fim.

P. O vosso primeiro produto (e por definição também serviço) é uma solução para a facturação. Porquê este segmento? Era mais fácil começar por aqui ou há lacunas demasiado evidentes neste campo?

R. A nosso ver, há lacunas demasiado evidentes neste campo.

Quando lançamos a RUPEAL não encontramos nenhuma solução que funcionasse online, sem necessitar de adquirir infraestrutura dedicada ou que fosse simples de usar. Procurávamos agilidade e simplicidade e não encontramos. Nós queríamos uma solução que fosse economicamente acessível para uma “startup” mas que fosse sobretudo simples de usar. Fazer login, criar uma factura e enviar.

Não queríamos obstáculos como configurar stocks, produtos, inventário, clientes, IVA’s, Mercadorias, etc. que não fazem sentido numa “startup” de serviços! Obviamente vimos uma oportunidade.

P. Falando claramente: é para Portugal que se fazem planos quando se desenvolve um produto deste tipo ou o mercado e as hipóteses de real sucesso são como a verdade e “estão lá fora”?

R. Nós temos uma política para os nossos produtos: Desenhamo-los para resolver os nossos problemas. No caso do Invoic€xpress foi desenhado exactamente para resolver o problema da facturação.

Dito isto, não, o produto não foi só pensado para Portugal, mas sobretudo para os países Europeus como a Espanha, França, Itália entre outros que têm um sistema de facturação não Anglo-Saxónico. Nestes países temos uma diferenciação clara, pois somos pioneiros no modelo SaaS para facturação.

Para os países anglo-saxónicos também temos mercado, pois apesar da existência de concorrência forte, trata-se de um mercado onde a adopção deste tipo de serviços é maior e onde nos podemos diferenciar da concorrência usando alguns dos que consideramos ser os nossos pontos fortes, por exemplo a simplicidade de utilização.

P. Quanto tempo foi necessário para o desenvolvimento do Invoic€xpress até chegarem a esta fase de beta quase private?

R. 5 meses.

P. Houve obstáculos e dificuldades ao longo do percurso ou correu tudo com uma suavidade inacreditável?

R. Acho que não existem projectos que corram com suavidade (risos)! Sim, houve bastantes obstáculos mas que fazem parte de qualquer “startup” com poucos recursos à disposição!

P. Como tem sido, e apesar de saber ser prematura qualquer avaliação, a receptividade das pessoas ao Invoic€xpress?

R. Apresentamos o produto pela primeira vez no Barcamp de Coimbra e a receptividade foi entusiasmante mas fizemos o lançamento da versão de testes via Twitter. O público do Twitter não representa o nosso mercado, que é o das PME mas trata-se de um público participativo e ávido por experimentar produtos novos!

O que posso dizer é que o feedback tem sido bastante positivo com sugestões de melhorias e alguns pedidos de novas funcionalidades.

P. Um dos principais factores para o sucesso do SaaS é a capacidade de recolha de feedback por parte da comunidade num processo de auto-alimentação. Pela minha experiência, comunidade, feedback e Portugal são palavras que normalmente habitam frases diferentes. Para vocês tem sido fácil recolher esse feedback? Ferramentas como o Twitter podem facilitar esse processo?

R. Não, não tem sido fácil obter feedback, mesmo via o canal Twitter que é de respostas em tempo real!

O feedback informado de quem realmente experimenta o produto é difícil de obter. As pessoas usam os convites, testam a aplicação, veêm se serve as suas necessidades mas raramente convertem essa avaliação em feedback para nós, o que é pena, pois nesta fase procuramos sobretudo melhorar o produto e sem o feedback externo torna-se mais complicado.

Penso que um dos factores de sucesso da RUPEAL tem sido o saber rodear-se das pessoas certas. O maior feedback que temos recebido tem vindo das pessoas que também estão nesta viagem e que também querem vingar! O Adegga, GoPlan, Survs são todos bons exemplos disso. Gosto de acreditar que se criarmos uma comunidade, ainda que pequena, de pessoas que apostam no desenvolvimento deste tipo de soluções, que seremos mais fortes do que se seguirmos individualmente o nosso caminho.

P. Fazem questão de frisar a simplicidade de processos. Nota-se no slogan “Making IT simple” e nota-se no interface do Invoic€xpress. É uma preocupação constante o descomplicar? Quão importante é assumir uma postura deste tipo?

R. Completamente. Quem já experimentou software de facturação em Portugal e muda para o Invoic€xpress rapidamente percebe que foi exactamente
esse o caminho que seguimos. Simplificar não significa ser básico. Significa tirar do caminho do utilizador o que não interessa e é secundário. Simplificamos, mas tornamos poderoso.

Assumir uma postura deste tipo, quando acompanhada pela aplicação da mesma aos nossos produtos e serviços é essencial. É a afirmação de que
estamos cá para imprimir uma atitude diferente no mercado.

P. Ainda para a “simplicidade”: pensam adicionar integração com serviços terceiros, disponibilizar API, integrar tesouraria, etc? Pensar então em aumentar a complexidade do produto disponibilizado ou isso é outra música e até outro estilo musical?

R. Não vamos aumentar a complexidade do produto. O Invoic€xpress vai ser um produto dedicado exclusivamente à facturação. Não pretendemos ter módulos de tesouraria ou  contabilidade pois isso iria desvirtuar a natureza do produto. Vamos focar-nos sim, em ser o melhor produto de facturação do mercado!

Sim, iremos disponibilizar uma API para que terceiros (e nós próprios) possam desenvolver os seus produtos e deleguem a facturação dos seus serviços para o Invoic€xpress. Quiçá, não exista alguém que detecte uma oportunidade e desenvolva um projecto dedicado em exclusivo à tesouraria/contabilidade.

Quanto à integração com produtos de terceiros, podemos avançar que estamos já a desenvolver a integração com serviços de geração de referencias Multibanco.

Obviamente estaremos atentos ao que os nossos utilizadores pedem e tomaremos em consideração os mesmos. Um exemplo disso é o módulo de gestão de itens que é inexistente nesta fase mas do qual já nos têm pedido e nós próprios já sentimos falta!

O esforço de divulgação irá passar por onde, i.e., como pensam chegar aos potenciais clientes de forma mais efectiva? Vão existir programas de afiliados?

R. Como fazemos com todos os nossos serviços, o principal factor de crescimento passará sempre pela referência positiva. É fundamental dar um bom suporte e deixar sempre boa impressão no nosso utilizador e fazer com que seja o mesmo a recomendar-nos a terceiros! É uma filosofia que temos presente na RUPEAL.

O crescimento do Invoic€xpress vai passar pelo Marketing Digital, pelo seu programa de afiliados do qual estamos a ultimar pormenores e naturalmente pela divulgação em pontos estratégicos ao nosso mercado alvo.

P. Nos próximos tempos vão centrar a vossa atenção neste primeiro produto ou vão atacar o mercado com mais alguma aplicação?

R. Apesar de existirem já algumas ideias na “pipeline”, o foco da equipa de tecnologia irá nos próximos tempos passar pelo Invoic€xpress. Agora que o produto já está maduro começa a fase de divulgação e angariação de clientes, que será um novo desafio na vida da RUPEAL.

Uma mensagem para quem está a agora a lançar-se na aventura empresarial?

R. Quem está a lançar-se na aventura empresarial já está a fazer mais do que a maioria e a estes apenas posso desejar boa “sorte”! :)

Posso prometer-vos que vão haver muitos momentos de pressão, incerteza e às vezes sem direcção. Mas prometo-vos que nunca irão crescer tanto em tão curto espaço de tempo!

June 9, 2009

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Invoic€xpress

Não deixe de ler o próximo post onde Rui Alves, responsável pela RUPEAL, amavelmente responde a algumas perguntas que tive o prazer de lhe colocar. Caso deseje testar o Invoic€xpress deixe um comentário a este post requisitando um convite.

No seguimento do post anterior trago-vos agora a apresentação do novíssimo Invoic€xpress, uma solução para a facturação online especialmente direccionado para PMEs e desenvolvido sobre um modelo SaaS (lei p.f. o post anterior para mais informação acerca deste assunto).

Segundo a RUPEAL, empresa responsável pelo desenvolvimento do produto, o Invoic€xpressnasceu da necessidade de encontrar uma solução de facturação simples, poderosa e economicamente viável para uma PME utilizar“.

Tive oportunidade de testar o Invoic€xpress e se acho que ainda há muito espaço para crescer e que algumas afinações são não apenas possíveis como também necessárias, a forte impressão, em termos gerais, é que o produto da RUPEAL está muitíssimo bem encaminhado, é uma excelente alternativa aos – inúmeros – serviços internacionais que têm surgido nos últimos meses e só poderá orgulhar a equipa que o desenvolveu.

Invoic€xpress

Perceba-se que o Invoic€xpress vem ajudar ao suprimento de uma lacuna na oferta nacional de soluções neste segmento e é muito mais do que uma tentativa envergonhada de avançar a direito por esta área. Não é um side project como nunca poderia ser um projecto desta natureza. Infelizmente, em Portugal, parece haver quem ache que pode!

Em termos funcionais o Invoic€xpress está muito perto de pode considerar-se um produto pronto para o mercado. A simplicidade de processos é uma claríssima mais valia, o interface descomplicado é uma aposta ganha. Há sentido prático ao serviço do desenvolvimento do produto.

Invoic€xpress 3

Em termos gerais o Invoic€xpress é aquilo que pode esperar da maioria dos programas de facturação. Permite a criação e gestão das suas facturas, gestão de clientes, criação automática de facturas recorrentes, exportação de dados (SAFT-PT, CSV, XLS ou XML) e personalização q.b., entre outras. O meu destaque vai para os filtros aplicáveis à pesquisa de facturas. O Invoic€xpress permite ainda o envio das facturas por email (PDF em anexo) e a criação de múltiplos utilizadores com definição de privilégios em todos os planos de subscrição excepto, naturalmente, no plano “Individual”.

Já que falamos em planos, esclareço também que para lá do anteriormente referido são também disponibilizados os planos “Startup”, “Medium”, “Large” e “Corporate” com permissão para 60, 150, 300 e 750 documentos e 2, 5, 10 e 50 utilizadores, respectivamente.

Invoic€xpress (factura com sucesso)

Como pontos negativos ou irremediavelmente mal definidos não há nada a apontar. Há, contudo, algumas notas que gostaria de deixar como sugestão e opinião muito pessoal:

  • Apesar do direccionamento para empresas de serviços  e gestão de produtos (à semelhança do que acontece com a gestão de clientes) parece-me muito importante;
  • A importação de listas de clientes (e produtos se aplicável) é importante para a adopção do software por parte de empresas já operacionais há algum tempo;
  • A API para integração, apenas como exemplo, em lojas online ou qualquer forma de e-comercialização, é essencial;
  • A possibilidade de utilizar outra divisa que não o Euro na emissão de facturas. Esta questão é contudo delicada;
  • Seria interessante se para além ou em alternativa ao PDF da factura que é anexado ao email pudesse seguir um URL no qual fosse possível consultar a factura;
  • No caso do ponto anterior ser uma realidade deveria ser adicionada a opção de utilizar PDF anexado, URL ou ambos;
  • Permitir a personalização do assunto e corpo da mensagem que acompanha o envio da factura;
  • Permitir o CC ou o envio para mais do que um endereço de email;
  • Assinalar as facturas cujo email já foi enviado;
  • Aquando da passagem de estado da factura a “PAGA” o utilizador deveria ter a possibilidade de enviar um email a notificar o cliente do recepção do pagamento;
  • A possibilidade de gerir pagamentos parciais é vulgarmente desconsiderada mas (principalmente nos dias que correm) não devia ser vista como irrelevante ou pouco importante;
  • A possibilidade de ordenar as linhas nas facturas pode ser de grande utilidade. Ter que apagar e recriar é trabalho a mais!;
  • Quando a factura é dada como “PAGA” devia existir a possibilidade de adicionar manualmente informação relativamente à forma de pagamento ou qualquer outro dado relevante;
  • Time tracking e orçamentos (estimates) estão muito na moda. Não esquecer;

Alguns destes pontos estarão já decerto nos planos da RUPEAL  mas seja como for não há aqui nada que esteja irremediavelmente fora do enquadramento do Invoic€xpress.

Invoic€xpress

Não se esqueça que é extremamente importante que dê a sua opinião enquanto utilizador. Só dessa forma poderão ser implementadas novas funcionalidades e corrigidos os possíveis erros.

Não deixe de ler o próximo post onde Rui Alves, responsável pela RUPEAL, amavelmente responde a algumas perguntas que tive o prazer de lhe colocar. Caso deseje testar o Invoic€xpress deixe um comentário a este post requisitando um convite.

Boas cobranças.

June 9, 2009

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Definição brevíssima

O conceito de SaaS (Software as a Service) começa a tomar conta da forma como muito do software, principalmente o direccionado a empresas e profissionais liberais, é publicado um pouco por todo o mundo. O buzz em torno do termo começa a ganhar força e mais tarde ou mais cedo há-de tornar-se tão enjoativo como qualquer “Web 2.0″ ou “dotcom“.

O SaaS define-se, nos dias de hoje e de forma relativamente tosca, como um modelo de distribuição de aplicações em que o cliente aluga o software à medida das suas necessidades, ficando este quase sempre instalado nos servidores do fornecedor do serviço. O cliente não assume a responsabilidade pela manutenção do software e os upgrades são vulgarmente parte integrante do contrato assumido por ambas as partes.

SaaS

As vantagens

O upgrade, por si mesmo e pelas razões acima focadas, não obriga por isso ao upgrade do hardware e um qualquer browser é o suficiente para realizar operações no software contratado. Adicionalmente, o investimento inicial é reduzido ou mesmo inexistente. Muitos serviços disponibilizam inclusivamente um plano gratuito para utilizações pouco exaustivas.

O número de utilizadores (licenças) é vulgarmente um factor no aumento do custo de cada plano de subscrição mas ainda assim ficará muito aquém dos vulgares gastos com licenças, software de base (SO) e hardware. O cliente pode aceder ao software a partir de qualquer máquina (fixa ou móvel) com acesso à Internet e com um browser instalado.

Para o fornecedor do serviço as vantagens não são menores. O controlo do número de “cópias” instaladas e consequente redução das perdas financeiras por utilização ilegal é um dos argumentos mais fortes para a adopção deste tipo de operação. A distribuição das actualizações é levada ao extremo da eficiência já que o software se encontra do lado do fornecedor do serviço. A actualização quase simultânea e instantânea de todas as “cópias em circulação” têm vantagens óbvias em termos dos recursos humanos que será necessário colocar no suporte ao cliente.

SaaS

A rentabilização

O cliente é vulgarmente cobrado num formato de subscrição de serviços mas podem ocorrer outras formas de rentabilização do modelo. A cobrança de uma taxa por acção é uma das oportunidades surgidas com o conceito SaaS, e.g., uma empresa que forneça uma plataforma personalizável de vendas online às empresas clientes, poderá perfeitamente realizar a rentabilização do seu software através da cobrança de um valor por transacção. Não é tão vulgar mas é perfeitamente viável e facilmente extrapolado para outras vertentes e realidades.

As desvantagens

Há também desvantagens ou pelo menos factores dissuasores de uma adopção global deste tipo de relacionamento entre fornecedor de software e cliente.

Primeiro, todas as operações são realizadas através da Internet. Em nenhum país do mundo se pode garantir um serviço com um grau de fiabilidade próximo dos 100%. Poderá muito bem ficar “do lado de fora” do seu software caso o seu fornecedor de acesso resolva falhar na altura menos conveniente e acredite que quando falhar (porque vai mesmo falhar), será na altura mais inconveniente.

A velocidade de operação é outro factor determinante. Hoje em dia estamos cada vez mais próximos de velocidades facilitadoras da realização suave de operações mais pesadas mas ainda assim trata-se de uma comunicação via Internet e tantas vez o problema reside mais na estação do propriamente no caminho até ela.

Depois há as questões óbvias associadas às realidades empresariais. O fornecedor do serviço pode desaparecer de um dia para o outro. Poderá não ser de um dia para o outro, é certo, mas não deixará de ser extremamente complicado resolver uma situação destas caso a utilização que faça deste tipo de software se aproxime mais do intensivo do que do esporádico e o seu fornecedor lhe comunicar que no prazo de 90 dias fechará as portas.

A integração de diversos SaaS e/ou ferramentas e serviços terceiros é um pau de dois bicos. Pode muito bem ser um factor diferenciador entre o serviço A e o serviço B mas também pode ser a fonte de problemas acrescidos. O serviço que integra com a sua oferta mais 2 ou 3 ferramentas não essenciais mas ainda assim de utilidade complementar, consegue ganhar vantagem competitiva mas ganha igualmente a instabilidade somada de todas as partes que compõem a sua oferta. É um jogo delicado e uma dança perigosa, tanto para fornecedor como para cliente.

Depois há a questão da segurança dos dados que estão “ali” e não estão “aqui” mas isto é toda uma outra conversa. Para mim até cairia nos parágrafos dedicados às vantagens mas parece que há demasiadas pessoas com opiniões exactamente opostas. É o chamado “benefício da dúvida”.

SaaS

Para quem é?

Há que pesar bem todos os factores e o modelo SaaS adapta-se perfeitamente – mas só e apenas – a um conjunto de empresas e profissionais com características bem definidas. Igualmente pré-determinadas estão as áreas em que o SaaS é realmente bem-vindo. Para as sectores-alvo aconselham-se aqueles que são mais tradicionais, mais maduros, praticamente obrigatórios mas com diferentes necessidades da parte dos clientes e com clientes com perfis heterogéneos. A facturação, da qual ainda vamos falar mais no post seguinte, é uma dessas áreas.

Quanto às empresas e profissionais a discussão poderia ser levada para a o “depende do software e da finalidade do mesmo” mas isso é perder muito tempo com migalhas que não mantêm empresas a funcionar.

O cliente-alvo são empresas recentes ou recém-formadas, compostas por pessoas mais confortáveis com o tema “Internet”, empresas que já fazem uso de software web based como aquele que existe na gestão de projectos, calendários, aplicações com regimes colaborativos, etc. SaaS será apenas um degrau adicional nessa utilização e não o topo de uma escadaria que ainda nem se começou a subir.

Empresas de gestão tradicional não estão desejosas pela chega deste modelo. É demasiado desconfortável. Um domínio, um site e uns endereços de email não não sinónimo de gestão moderna são apenas os sinais dos tempos. Empresas com uma dimensão considerável não serão certamente o cliente-tipo e empresas cujas contas estejam mais confortáveis em local escuro e “pouco húmido” também não. Empresas que careçam de um elevado grau de personalização para o software que utilizam, idem.

Então e aquele pessoal mais geek, mais hi-tech, mais dado à experimentação e coisas assim? Talvez…está bem, aceito, coloquem-se aí mais umas migalhas, mais uns adeptos e alguns fanáticos mas não vamos esquecer que estes são aqueles que vêem no open-source (com cada vez mais por onde escolher) e nas instalações próprias uma excepcional oportunidade para serem ainda mais geeks.

A grande batalha é uma de mentalidades e não uma de capacidades ou de funcionalidades e estas ganham-se acção constante, vontade, trabalho e muita, mesmo muita, paciência.

Não sei se o SaaS será o futuro mas tenho a certeza que será uma parte importante no futuro de muitos de nós.

Bons serviços.

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Alguns dados e previsões:

Facto: Segundo o IDC España apenas 22% das empresas sabe da existência de um modelo SaaS;

Facto: Dos 22% de empresas espanholas que sabem da existência do SaaS 12% assume ter um conhecimento muito limitado;

Facto: 6% das empresas espanholas usufruem do modelo SaaS e o IDC prevê a triplicação deste valor até 2012;

Previsão: Até 2012, 30% de todo software de negócios produzido será disponibilizado num modelo SaaS;

Previsão: Em 2012, 75% das receitas geradas pelos SaaS marketplaces pertencerá  a cinco ou menos fornecedores de plataformas SaaS;

June 8, 2009

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Hemlock

Ficam abaixo, as referências e respectivos links para alguns dos serviços, sites, artigos e blogues que despertaram interesse durante a semana que passou (1 a 7 de Junho).

Porque o tempo escasseou, porque a vontade de escrever fugiu, porque o assunto se resume em 5 ou 6 palavras ou muito simplesmente porque assim calhou, os 21 links a seguir apresentados são o resultado de uma selecção que tem quase sempre como ponto de partida uma lista com várias centenas de entradas. Algumas resultam em post, outras em histórico, outras, como já perceberam, estão no speedlinking.

1. Hemlock – web development framework em fase de pré-lançamento. Football3s é a aplicação-bandeira que lhe demonstra algumas das capacidades da Hemlock.

2. Pulse – controle as suas finanças pessoais. Não é gratuito mas pode testar o produto durante 30 dias.

Pulse

3. FoodTease – um interessante blog de um casal de canadianos sobre comida e… comida.

4. Dialogix – um serviço de monitorização dos social media que lhe permite um test drive de 7 dias mas cujo plano mais barato se situa nos USD 595. Ouch!

5. 5 aplicações para iPhone que podem revolucionar o jornalismo móvel.

6. 30 aplicações para a barra de menu do seu Mac.

Aplicações para a menu bar do seu Mac

7. Blographo – blogue dos fotógrafos do jornal Público.

8. AvatarsDB – largos milhares de avatars num directório bem organizado.

9. Pickup Pundit – um hot’or’not para as linhas de engate.

Pickup Pundit

10. The Internet Movie Script Database.

11. O guia definitivo para a configuração do WordPress após uma instalação.

12. 43 recursos para iPhone Developers.

43 recursos para iPhone Developers

13. O Twitter na sua intranet – 17 ferramentas de microblogging para empresas.

14. Project Natal da Xbox 360 quase que faz a Wii corar de vergonha.

Project Natal da Xbox 360

15. Socrata – Making Data Social.

16. Bebésfera – pesquisa em blogues sobre bebés.

17. CSS Styler – crie e partilhe os seus CSS styles em segundos.

CSS Styler

18. Zinepal.com – crie as suas próprias revistas e e-books.

19. FeedMingle – uma interessante ferramenta para agregar diversos feeds RSS.

FeedMingle

20. ZoC Powerblogroll – um potente plugin para gerir o seu blogroll

21. Uma compilação de hacks para WordPress.

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Boa-semana.

Tem um ou mais links que gostaria de ver no 2.0 Webmania? Envie-os através do nosso formulário de contacto.
Enviou um ou mais links mas nenhum foi publicado? Uma das seguintes razões são a causa de tal omissão: a) não vimos o seu email no meio de tanto spam; b) ainda não foi publicado mas um dia vai ser; c) o link não era assim tão bom como poderá pensar.

June 8, 2009

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YoutubeLX

YouTube XL

O Youtube lançou no passado dia 2 de Junho um novo conceito, o Youtube XL que de uma forma bastante simples permita ver vídeos do Youtube em dispositivos que possuam um browser e ligação à Internet como consolas e possivelmente televisões.
O design do Youtube XL é simples deixando de fora tudo o que não é absolutamente necessário beneficiando a navegação rápida e directa.

Pessoalmente acredito que o Youtube se precipitou com o lançamento do Youtube XL, provavelmente porque, o que é provavelmente o seu maior rival da actualidade, o Hulu lançou recentemente o Hulu Desktop.

É nítida a intenção de levar o Youtube até aparelhos que não incorporam rato, ou outro dispositivo semelhante, como televisores e consolas e numa altura em que as consolas começam a abraçar formamos HD é a altura ideal para começar a fazer experiências.

Tenho quase a certeza que mais cedo ou mais tarde surgirão anúncios que possivelmente surgirão sempre que o utilizador tentar aceder a um vídeo sendo obrigado a ver o anúncio antes de ver o vídeo.

No entanto vejo com bons olhos daqui a uns anos poder navegar pelo Youtube na minha televisão HD e ter acesso a conteúdos premium a preços bastante mais que acessíveis e que em clubes de vídeo custam mais de três euros por 24h de aluguer.

Link: http://www.youtube.com/xl

June 5, 2009

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HOME Project - O planeta em estreia mundial

Estreou hoje, Dia Mundial do Ambiente e da Ecologia, o filme “HOME” da autoria do famosíssimo fotógrafo, ambientalista e jornalista francês Yann Arthus-Bertrand.

Yann Arthus-Bertrand é já sobejamente conhecido pela suas fotografias de Earth from Above mas esta é mesmo a primeira vez que o faz em filme. É, digamos, o seu primeiro Movie from Above. A produção de HOME, essa,  ficou muitíssimo bem entregue a Luc Besson e Denis Carot.

A partir de filmagens realizadas um pouco por todo o mundo num total de cerca de 50 países foi possível juntar quase 500 horas de imagem durante os 217 dias de filmagens, gerando aquilo se espera ser o ponto de partida (ou ainda mais um) para a construção ou reconstrução de um planeta inegavelmente belo mas que é, acima de tudo, a nossa CASA.

HOME Project - O planeta em estreia mundial

O filme consiste de uma série de impressionantes vistas aéreas do planeta numa formato que lhe permite ter uma visão panorâmica e geral dos ambientes rurais e urbanos. O filme convida-o por isso a analisar cada um dos planos e espera incitar acções mais coincidentes com o respeito pelo planeta.

We are living in exceptional times. Scientists tell us that we have 10 years to change the way we live, avert the depletion of natural resources and the catastrophic evolution of the Earth’s climate.

HOME está disponível no canal YouTube do HOME Project com versões em inglês, francês, castelhano e alemão e  poderá ser visualizado no YouTube até dia 14 deste mês. O filme será distribuído em pelo menos 87 países e futuramente traduzido para 14 idiomas.

HOME Project - O planeta em estreia mundial

Não deixe ver HOME, 93 minutos de imagens de um planeta que precisa urgentemente de ajuda. Se estas coisas da Ecologia não o(a) atingem veja o filme nem que seja pela beleza da fotografia.

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Mais informações:

Bons planetas.