June 21, 2007

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1000 Photoshop Brushes para Download

[CORRECÇÃO A ESTE POST]

Graças ao Gustavo foi-me possível ficar a saber que o link fornecido neste post deixou de estar disponível. Aliás, todo o site se encontra suspenso! Dessa forma e como tinha comigo o ficheiro coloquei-o para download através da barra lateral do 2.0 Webmania. Não é meu costume fazê-lo já que a visita à fonte do download é uma forma de agradecer a quem disponibilizou recurso, mas, neste caso terei que abrir uma excepção.

Em posts futuros serão sempre colocados dois links. Um para o site do autor e um segundo, como alternativa, para um download directo no 2.0 Webmania.

O LINK É ESTE. Vá até ao site do autor e descarregue os pincéis. Valem a pena.

Boas pinceladas!

June 21, 2007

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PowerlabsAlguns dias depois de ter ficado a ser conhecido o primeiro screenshot do Powerlabs, chegou hoje à caixa de email daqueles que seguem a evolução do projecto uma notícia interessante relativamente ao futuro do serviço.

A notícia será hoje publicada no blog de Kevin Clark e diz essencialmente respeito ao facto de o frontend do Powerlabs ser escrito em Ruby, uma questão que segundo a equipa, tem sido das mais frequentes entre os entusiasmados e ansiosos seguidores
A notícia a ser publicada fica desde já aqui, na integra e no idioma original:

Powerset is fairly well-known in the Ruby community, but there’s a certain amount of confusion as to what we use it for. As a consequence, I’m regularly asked what the front end is going to be written in, and just as regularly have to leave the question unanswered. But today I’m happy to announce that we are, in fact, launching our front-end on Ruby.

Cool, huh? For everyone’s sanity (and in avoidance of some of the flame wars to ensue), do note that we are going to be using Ruby (the language) but not necessarily Ruby on Rails (the web framework).

In the spirit of Powerset’s new found openness, I’d like to take some time to explain why we’re making this decision where others might not.

Why Ruby?

1. We’ve already got the brains

One thing we haven’t kept secret is that we’ve hired some of the best Ruby developers around. Our total number of day in day out Ruby developers is somewhere around 10, and I’m constantly humbled to be working with this team. We’ve got the people and they have the skills, so it makes sense to apply them.

Powerset Ruby Team

2. Ruby is already being used throughout the company

We’ve always spoken in general terms about how much Ruby is being used internally, but let’s get specific: a substantial part of our infrastructure is being written in Ruby or being accessed through Ruby services. Our scientists use Ruby to interact with our core language technology. Our packaging infrastructure is Ruby. A big portion of our system administration work is all done with Ruby. Frankly, we as an organization use Ruby a whole heck of a lot.

Additionally, all of our product demos and prototypes are also in Ruby. We’ve got an interesting mix of Rails, Merb and Camping apps (depending on the scope of the project) connecting to tiny Ruby services which hook into our various back-end systems. Day to day, the majority of the product team is hacking in Ruby in some capacity.

3. We’re not worried about scaling

So, inevitably, whenever we talk about Ruby or Rails scaling these days someone brings up Twitter and its scaling problems in the past. Twitter is right down the block from our offices and I know several of the devs personally, so before we made a final decision I arranged a sit down with Twitter’s lead developer, Blaine Cook, to talk about the situation. Blaine was kind enough to let me bring along our Search Architect (and former search architect at Yahoo!) Chad Walters , our Head of Product Scott Prevost, and our COO Steve Newcomb, to poke and prod and get their questions answered. The simple fact is that Ruby wasn’t the source of Twitter’s woes. As it often happens with rapidly growing sites, they ran into architectural problems. Some design decisions don’t hurt until they reach a massive scale and at that point you have to rethink your approach. In an email he writes:

For us, it’s really about scaling horizontally – to that end, Rails and Ruby haven’t been stumbling blocks, compared to any other language or framework. The performance boosts associated with a “faster” language would give us a 10-20% improvement, but thanks to architectural changes that Ruby and Rails happily accommodated, Twitter is 10000% faster than it was in January

This is great news for Twitter, but even better for us because we don’t have the bottle necks that they’ve struggled with – databases, instant messaging servers, and regularly recycling cache systems – which makes scaling horizontally much much smoother. At that point, our scaling issue doesn’t concern Ruby. For a search engine, the front-end is largely just a templating system and the real work happens in the back when we process your query.

What does this mean for the community?

When writing this article, at some point I had to sit down and ask myself why anyone should care we’re adopting Ruby for the front-end. For me, it comes down to the fact that we’re good for the community as a whole.

First off, the fact that Powerset is deploying on Ruby means you’ve got one more high traffic site (potentially very high traffic) using Ruby in production. It’s one more case study, and one more example that Ruby as a whole is ready for the big show.

Personally, I think the more interesting and useful thing to take away from this is that as we do the heavy lifting, building up infrastructure around all the aspects of Ruby development and deployment in the company, we’re selecting large chunks to be open-sourced. I’ve got a list of things I’d love to put out into the wild (which is encouraged, and actually suggested by my manager. Man, I love this place) as soon as I can find the time. Already Tom Werner and Dave Fayram have pushed out Ruby to Erlang bindings and a sweet little (in-development) web server called Fuzed, I’ve gotten to hack at Merb, and a fair about of Rails patches have come directly from work in-house. Hopefully the community will be able to benefit from our code as much as we have.

Obviously we don’t have a search product open to the public yet, but we’ll be launching Powerlabs in September. In Powerlabs, you’ll be able to play with our products and give us feedback. If you want to keep track of what Powerset is doing, sign up.

Para mais notícias acompanhe o blog de um dos fundadores, Steve Newcomb ou o blog de Kevin Clark!

June 21, 2007

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Movavi - Um serviço de vídeo-conversão online, gratuito e simples!O Movavi Online é um serviço gratuito de conversão de ficheiros de vídeo entre diversos formatos (ver abaixo “Informação Adicional”).

O serviço é simples de utilizar e como é inteiramente baseado em ambiente web, questões de compatibilidade com Windows, Mac ou Linux nem sequer se colocam. A única restrição é colocada ao nível da dimensão e quantidade de ficheiros. Cinco ficheiros com um limite de 10 minutos cada e um tamanho conjunto de 100MB, é o máximo permitido por sessão.

Mas a novidade não é o Movavi Online já que o serviço é sobejamente conhecido. A novidade é o lançamento de uma série de widgets – ou um widget em várias formas e cores – que permitem a qualquer utilizador adicionar um mini-serviço de conversão vídeo ao seu site/blog.

Tudo o que tem que fazer é ir até esta página, copiar o código correspondente ao widget que mais lhe agradar, inserí-lo no código do seu site/blog e já está… “sai mais um serviço de video-conversão online para a mesa 4!”

Informação Adicional:

- Formatos de entrada permitidos: AVI (DivX, XVid), MPEG (1, 2, 4), MP4, 3gp, 3gp2, WMV, MOV (QT).
- Formatos de saída: AVI ( XVid), MPEG-4 , MPEG-2 (DVD Quality, PAL), MPEG-2 (DVD Quality, NTSC), iPod video, iPod 5G video, PSP video, 3gp, 3gp2, MPEG-4 (.mov), Flash (.flv)

Boas conversões!

June 21, 2007

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Teapotters - Uma Social Network para Artistas 3DO Teapotters não tem nada a ver com salões-de-chá! É uma rede social dedicada a artistas 3D.
O site possui todas as funcionalidades tradicionais numa social network mas vem acrescido do facto de ser direccionado a um nicho muito específico.

Neste site poderá visualizar e descarregar os mais diversos modelos 3D, enviar os seus próprios trabalhos (3D Studio Max, Maya, Poser, Cinema 4D, Rhino 3D, Lightwave, etc.) e comunicar/interagir com os outros membros do “clube” adicionando contactos, comentando e votando nos projectos enviados. Aos enviar os seus projectos para o Teapotters poderá também definir que tipo de licença lhes deseja associar e adicionar as inevitáveis tags (etiquetas)!

Para visualizar os modelos e caso não esteja muito habituado a estas andanças, deverá ter que instalar um pequeno plugin (Firefox) ou controlo ActiveX (IE) no seu browser de forma a poder navegar os modelos. Se o Firefox não conseguir instalar automaticamente o plugin, seleccione “Instalação Manual” e prossiga com o processo. Como nota fica também que no meu caso pessoal, ocorreram alguns problemas de visualização dos modelos no Firefox. No IE, espante-se, tudo “rola” bem!

Para além de tudo isto poderá ainda embutir cada um dos modelos no seu blog, site ou mesmo num post de um qualquer fórum! O projecto encontra-se ainda em fase beta (o que não quer dizer nada de especial) e conta já com mais de 600 modelos disponíveis à hora deste post.

Alguns links de interesse:

- How it Works (como funciona)
- O Vídeo de demonstração
- O Blog (onde poderá por exemplo visualizar alguns exemplos da colocação dos widgets)
- Formatos de publicação disponíveis (29 programas)

Bons modelos!

June 21, 2007

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BAYIMG - The Pirate Bay lança mais um serviço. Desta vez é o upload e partilha de imagens.O pessoal da Pirate Bay, além dos escândalos, problemas de segurança, política e ameaças de lançamento de um serviço ao estilo YouTube, adiciona agora à lista o BAYIMG.

É mais um serviço de upload de arquivos – neste caso imagens – ao estilo Rapidshare. A grande diferença é que o serviço não é censurado e permite o upload de aproximadamente 140 formatos de ficheiros diferentes. Pode inclusivamente enviar as imagens num ficheiro .zip ou .rar de forma a criar um álbum com todas as imagens que esses arquivos contiverem.

O Pirate Bay ressalva no entanto – esta é gira – que desde que as imagens sejam legais poderão ser colocadas no BAYIMG e que, por razões técnicas, as suas imagens poderão ser removidas! O site disponibiliza inclusivamente uma função de “settings” (configurações) que lhe permite, enquanto utilizador, definir-se como sensível – ou não – a material ofensivo.

O serviço não carece de qualquer tipo de registo, mas aquando do envio dos seus ficheiros, poderá definir um código de remoção para posteriormente eliminar os ficheiros enviados. Poderá também adicionar etiquetas (tags) aos ficheiros enviados. O tamanho máximo suportado para cada ficheiro é de 100MB.

As imagens são públicas e a única forma que vi para poder colocar as imagens fora do alcance de terceiros, será mesmo não adicionar qualquer tag à sua imagem impedindo-a de ficar associada a qualquer palavra da tag cloud.

Bons uploads!

June 20, 2007

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Mushy Gushy - E-cards em que você é a estrela!O Mushy Gushy é um serviço de envio de cartões virtuais (e-cards), gratuito, altamente personalizável e absurdamente divertido!

Poderá escolher de entre 14 categorias diferentes das quais a categoria “Interactive” foi aquela que mais me entusiasmou. Na referida categoria, poderá enviar um cartão a alguém que terá que responder a 3 questões de forma a poder visualizar o e-card na sua totalidade. Original e divertido! Caso não seja a sua categoria preferida, terá mais de 180 templates disponíveis noutras categorias, onde de certeza encontrará um que lhe agrade.

Mas o Mushy Gushy não é apenas mais um serviço de envio de e-cards. Para cada cartão virtual enviado o utilizador tem a possibilidade de personalizar não apenas a mensagem mas também a cabeça das personagens envolvidas na acção. O interface de ajuste da sua cabeça – ou da cabeça de alguém – é extremamente simples de utilizar e os resultados são muito satisfatórios.

A diversão não pára por aqui! Além da tradicional forma de enviar o seu cartão através de email, poderá como opção, fazer com que o seu destinatário encontre o e-card através de uma pesquisa no Google, surgindo o link para o GushyGram nos resultados de pesquisa patrocinados (coluna da direita nas pesquisas Google). Saiba mais aqui!

Estas e outras funcionalidades poderão ser descobertas através do vídeo introdutório da homepage do serviço ou neste link da página das FAQ. Em alternativa vá seguindo o blog!

Se tem um e-card para enviar a alguém fica desde já a saber que o Mushy Gushy é uma alternativa bem divertida.
Boas mensagens!

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June 20, 2007

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SciTalks - Vídeos de CiênciaO SciTalks.com é um repositório global de vídeos de conteúdo/teor científico, que apesar do curto período de existência, conta já com mais de 1000 vídeos disponíveis. O acesso ao serviço é inteiramente gratuito e enquanto utilizador registado poderá inclusivamente criar a sua lista de vídeos favoritos e partilhar a mesma com quem bem entender.

Segundo o fundador do projecto, Lee Vodra, a ciência e os cientistas tornar-se-ão mais divertidos e acessíveis devido ao SciTalks.com. Os estudantes poderão ouvir as vozes e sentir a paixão daqueles que são os autores dos assuntos estudados nas salas de aulas.

O site dispõe ainda de uma secção para envio de links de vídeos ou anúncios de eventos, um chat e uma excelente lista (global) de conferências que virão a decorrer num futuro próximo. Para mais novidades aceda ao blog do SciTalk ou à secção de novidades.

Boa ciência!

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