FFTogo - aceda ao FriendFeed a partir de dispositivos móveis.

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FFTogo - aceda ao FriendFeed a partir de dispositivos móveis.

Certo dia, depois de mais um fraquinho programa do Zé Carlos - tão mau que decidi deixar de ver este programa da SIC -, perguntei, no Twitter, ao Rui Costa quando é que ele publicaria aqui no Webmania um post com ferramentas para o FriendFeed. Atirei o barro à parede, mas ele acabou por colar em mim, porque o Rui remete-me este post.

Como eu não digo que não a um desafio que sei que consigo superar, comecei logo a tratar da lista de aplicações para o FriendFeed.

Como as aplicações web não são um campo onde me sinta como peixe dentro de água, optei por escrever um post para cada aplicação que encontrasse.

A primeira - e para já única - aplicação para o FriendFeed que encontrei é uma webapp chamada FFTogo. Esta aplicação é livre (as in freedom and free beer): se quiserem, podem descarregar o código- fonte da aplicação e corrê-la no vosso próprio servidor. Se preferirem usá-la no servidor do FFTogo, precisam da remotekey da vossa conta no FriendFeed (no campo de login do FFTogo está uma link para acederem a ela).

Se o FriendFeed já tem (felizmente) um interface simples, o FFTogo é o cúmulo da simplicidade. Isso faz com que seja ideal para quem usa dispositivos móveis para aceder ao FriendFeed. Bem, como o FriendFeed, tanto quanto sei, não tem uma versão optimizada para dispositivos móveis, esta é capaz de ser a vossa única opção. Se é a melhor ou não, não sei, mas pelo menos é livre.

O FFTogo foi criado por Benjamin Golub, o mesmo criador do RSSMeme.com. O código-fonte da aplicação está em Python e licenciado sob a licença MIT.

Este artigo foi escrito pelo Bruno Miguel que é, entre outras coisas, o responsável pelo Conversas do Bruno e um dos activos impulsionadores do Programas Livres e qualquer iniciativa que defenda o software desprendido de interessentes suspeitos. O convite foi da minha responsabilidade e é, de facto, um prazer e uma honra ter pessoas como o Bruno a contribuirem por estas bandas.

24Nov
Autor: RC

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Ensaio sobre Software Livre e como ganhar dinheiro com ele.

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Downloads, PDF, Recursos

Ensaio sobre Software Livre e como ganhar dinheiro com ele.

O Bruno Miguel do Conversas do Bruno, respeitado e regularmente lido companheiro de aventuras blogueiras, publicou hoje um texto denominado “Ensaio sobre Software Livre e como ganhar dinheiro com ele“. Melhores que as minhas palavras serão naturalmente as do autor:

À uns 14 meses atrás, fiquei completamente farto do Windows XP e decidi mudar de sistema operativo. Apesar de todos os cuidados que tinha e das aplicações de segurança que utilizava – firewall, anti-vírus, anti-spyware e por aí fora -, acabava com infecções de malware; e quando não era malware, era um decréscimo absurdo na performance.
Como, na altura, tinha mencionado o Ubuntu algumas vezes no Webtuga e sabia que a comunidade portuguesa em torno desta distribuição era grande, mantive um dual-boot com o Windows Xp e o Ubuntu. Ao fim de duas semanas com dual-boot, removi a partição do Windows.
À medida que fui conhecendo mais sobre o GNU/Linux e os sistemas operativos livres em geral, fiquei a conhecer o movimento open source. Mais tarde, fiquei a conhecer o movimento Free Software, movimento em que me revejo.
Como a minha inaptidão para programar é tão grande como a inaptidão para desenhar, e como sinto que devo dar algo à comunidade que me deu o software que hoje utilizo, decidi escrever um pequeno ensaio sobre formas de ganhar dinheiro com software livre, para ajudar a desmistificar algumas ideias incorrectas que existem. O texto é simples, curto e direccionado para o público com menos conhecimentos de informática.
O texto original está disponível em português, sob uma licença GNU Free Documentation License. Uma tradução para inglês, igualmente sob a FDL, e revista por Karl Berry, a quem eu deixo o meu agradecimento, também está disponível para download. Ambos os documentos estão no formato ODF e PDF e não garanto que os disponibilize noutro formato.

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A leitura é recomendada e qualquer feedback será decerto apreciado pelo Bruno. O texto não é longo nem se trata de uma coisa “só para geeks de barba rija”.
Boas leituras e mais software livre.

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07Mai
Autor: RC

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Phanfare.com - uma review

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Blogger Convidado, Fotografia, Imagem, Web 2.0

Este artigo foi escrito pelo Bruno Miguel que é, entre outras coisas, o responsável pelo Conversas do Bruno e um dos activos impulsionadores da Rede Webtuga. O convite foi da minha responsabilidade e é, de facto, um prazer e uma honra ter pessoas como o Bruno a contribuirem por estas bandas.

Don\'t Be The Light by Bruno Miguel
“Don’t Be The Light” by Bruno Miguel

Há algum tempo, procurei uma alternativa ao Flickr. Estava farto deste serviço, porque ele se estava a tornar mais numa rede social que num local onde se alojam imagens.
Procurei alguns serviços e encontrei o 23hq.com. A componente social também está presente neste serviço, mas não somos bombardeados com mensagens a dizer que não temos amigos, como acontece no Flickr. O serviço é porreiro e o staff célere a responder a qualquer dúvida, só que os utilizadores das contas gratuitas apenas podem enviar 30 imagens por mês; para enviar mais, tem que se pagar uma anuidade de 20 euros. Não é muito dinheiro para ter alojamento “ilimitado” de imagens; o problema é que eu não estava com grande vontade de a pagar.

Decidi, então, enviar um mail ao Rui Costa, para lhe pedir algumas recomendações de serviços de alojamento de imagens.
Um dos serviços recomendados pelo Rui foi o Phanfare.com. Como ele disse no email, o Phanfare é um serviço numa «onda bem mais catita e cheia de “doces”». E é verdade, o interface é todo “pipi”. Felizmente, consegue ter os tais «doces» em quantidade aceitável e não ser intrusivo.

As contas gratuitas do Phanfare têm 1GB disponível para alojar imagens. Não é muito, mas também não é assim tão pouco. Se precisarem de mais espaço, terão que abrir os cordões à bolsa e pagar uns nada módicos 59 dólares e 95 cêntimos por ano. O preço da anuidade é um pouco assustador, mas quando virem as potencialidades e qualidade do serviço, já não vai parecer um roubo.

Enviar imagens para o Phanfare é simples: basta aceder a um álbum criado e escolher a opção “Upload”. Se ainda não existir nenhum álbum, é preciso criá-lo para proceder ao envio das imagens.
A ferramenta para o envio de imagens é uma applet Java. Isto torna o primeiro acesso um pouco lento, mas permite ter uma pré-visualização das imagens, o que torna a selecção das mesmas bem mais fácil - não é preciso estar a decorar os nomes delas. Se o utilizador não tiver o plugin Java instalado ou se preferir não utilizar aplicações Java, pode aceder a uma versão em Flash da ferramenta.
Depois das imagens enviadas, podemos voltar ao álbum e realizar uma série de operações com elas, como a rotação, remoção, ajuste automático de luz e cor, e também o envio de novas imagens para esse álbum. E também definir as permissões de acesso ao álbum e ver as imagens do álbum de uma forma bastante interessante - eu diria mesmo, porreira como o camandro.

Ao contrário de muitos serviços deste género mais conhecidos, aqui tudo é privado por omissão e o utilizador tem que definir o que quer tornar público - e público não é acessível ao mundo inteiro, mas apenas a todos os contactos. É possível definir os tipos de contactos - se são familiares ou amigos - e quem é que tem acesso a cada álbum.

Se o utilizador não quiser aceder ao site para guardar as suas imagens, pode descarregar o cliente para desktop. Infelizmente, esta aplicação está apenas disponível para Windows e Mac OS X. Os utilizadores de GNU/Linux, como eu, são obrigados a visitar o site - não que isso seja um incómodo. Este programa também permite o acesso às imagens alojadas no Phanfare.com, a selecção de temas para os álbuns e a escolha de uma música para tocar durante a visualização de um álbum.
Também está disponível um protector de ecrã. Novamente, apenas Windows e Mac OS X são suportados.

Pessoalmente, acho que o Phanfare.com acertou onde o Flickr e suis generis falharam: alojamento de imagens privado, onde podemos partilhá-las apenas com familiares e amigos, e escolher que familiares e amigos podem aceder a elas. Neste tipo de serviços, eu dou muito valor à privacidade e o Phanfare permite-me tê-la. E, ainda por cima, tem um interface bem catita.
Se querem um local onde armazenar e partilhar com familiares e amigos as vossas memórias - porque as fotografias são isso mesmo -, então o Phanfare é uma muito boa opção a ter em conta.

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08Abr
Autor: RC

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