
O Take Off 2008 já lá vai, venha agora o de 2009 que lá estaremos.
O evento que decorreu no passado Sábado não “foi”, “é”, de facto, um sucesso. Seja porque se admira e olha com interesse uma grande parte de tudo e todos os que lá passam, quer seja apenas pelo interesse explorar o famoso networking, o Take Off é sem dúvida um evento bem organizado, um espaço interessante e uma iniciativa de valor inegável.
Resumos de programa e apreciações das apresentações podem ser vistos por essa blogosfera fora, de forma que prefiro não redundar no mesmo tipo de narração. Ainda assim, não queria deixar de fazer uma menção ao esforço e empenho do Alcides Fonseca e do Sérgio Santos no sentido de que tudo decorresse conforme esperado.
Não estive presente na primeira edição mas a ver pela afluência deste ano, o espaço fÃsico deverá ser, num futuro breve, escasso para a importância que creio e espero que o Take Off venha a adquirir com o passar dos anos e das edições. Não faltou quase nada. Faltou o sol mas nem sequer faltaram umas conversas mais acaloradas, embora sempre dentro daquilo que se pretende num diálogo. Houve chuva com fartura mas nem por isso se viu ninguém a meter água. Que a próxima edição seja tão boa quanta esta, é tudo o que se pode pedir.
Estou de acordo relativamente ao acentuar de certas qualidades ou virtudes que eventos destes podem colocar ao nosso serviço. Não concordo muito com a “hora do networking” porque todas são horas óptimas para o efeito e acho mesmo que bastariam umas “tags” (até é 2.0 e tudo) com mola para colocar no peito (com o nome e projecto/blog) para fazer ultrapassar barreiras e poupar tempo a tentar perceber quem é este ou aquele. Creio que foram por exemplo utilizadas no Codebits. Os ambientes neste tipo de eventos são informais o suficiente para este tipo de coisa. Não é preciso nada mais complicado do que um papel dentro duma capa plástica e uns coffe breaks mais alargados.
Por último, uma nota em jeito de destaque e preparação para um post mais longo.
Quase todos os projectos (alguns em estreia) apresentados no Take Off deste ano são interessantes mas houve um que pelo conceito, estádio de desenvolvimento e potencial de crescimento, me deixou, muito honestamente, quantidades enormes de água-na-boca. Falo do Tarpipe do Bruno Pedro. Merece a V/ atenção e merece sem dúvida um post só para ele a ser publicado brevemente.
De forma muito simplista e apenas em jeito de introdução, fica que o Tarpipe será uma espécie de face visÃvel de todo um processo de utilização inteligente do espaço de armazenamento disponÃvel na Internet. Imagens, música, vÃdeo, texto, marcadores, etc, todos estes elementos poderão ser geridos de forma simples e muito mais efectiva do que presentemente. Há arestas a limar, há problemas a resolver, mas, a julgar pelas palavras do Bruno Pedro, durante e após a apresentação, o Tarpipe não está assim tão longe de ver a luz do dia.
É um projecto a ter debaixo de olho.
Parabéns Take Off, para o ano que vem lá estaremos novamente.

















